sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Saudades.



Meus queridos amigos!
Ando sumida porque assumi minha ignorância .
Estou em fase de provas tentando aprender um pouquinho.!
Edna Campos

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Reflexão


"Não existem erros. Os acontecimentos que atraímos para nós, por mais desagradáveis que sejam, são necessários para ensinar o que necessitamos aprender.

Quando iniciamos a vida, cada um de nós recebe um bloco de mármore e as ferramentas necessárias para converter este bloco em escultura. Podemos arrastá-lo intacto a vida toda, podemos reduzi-lo a cascalho, ou podemos dar-lhe uma forma gloriosa.

Eis aqui um teste para verificar se sua missão na Terra está cumprida:

Responda rápido: você está vivo?

Se a resposta é ‘Sim’, então ainda falta muita coisa a fazer."

Um texto do escritor Richard Bach

Alívio! Conseguir postar depois de tantos dias ausente pela ameça de vírus.
Depois visito todos.Agradeço aos que por aqui passaram.
Edna Campos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Nunca é tarde.


Edna Campos.
Ufa... consegui usar o blog.
Com este aviso de vírus.....Demorou...
Um belo final de semana.
Edna campos.
Já exclui o tal blog. E também vários outros que continha o nome poesia. E nem assim o blog melhorou. Bom final de semana. Edna.

sábado, 5 de novembro de 2011

Dois Rios



Dois Rios
Skank

O céu está no chão
O céu não cai do alto
É o claro, é a escuridão

O céu que toca o chão
E o céu que vai no alto
Dois lados deram as mãos

Como eu fiz também
Só pra poder conhecer
O que a voz da vida vem dizer

Que os braços sentem
E os olhos vêem
Que os lábios sejam

Dois rios inteiros
Sem direção
O sol é o pé e a mão

O sol é a mãe e o pai
Dissolve a escuridão
O sol se põe se vai

E após se pôr
O sol renasce no Japão
Eu vi também

Só pra poder entender
Na voz a vida ouvi dizer
Que os braços sentem
E os olhos vêem
E os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção

E o meu lugar é esse
Ao lado seu, meu corpo inteiro
Dou o meu lugar pois o seu lugar
É o meu amor primeiro
O dia e a noite as quatro estações...

Minha música do despertador.
Edna Campos.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Nossa força.


Clicar na foto para ampliar.
Edna campos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011


Edna Campos

domingo, 2 de outubro de 2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Excelente Texto e grande realidade.



DESABAFO
"Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
Recebi este texto por e-mail e desconheço autoria.Como é muito verdadeiro e atual resolvi postá-lo.Edna Campos

domingo, 25 de setembro de 2011